Ponta da Galheta

Por muitos anos imperou incólume como a única área de escalada da ilha com vias de duas ou três enfiadas de corda. Com algumas das melhores vias da região, tem como característica vias de aderência de baixa a alta dificuldade, bastante técnicas de até 80 metros de extensão.


Histórico

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As informações a seguir são apresentadas com base em relatos resgatados pelo escalador Geraldo de Oliveira Alló Netto, um dos principais desenvolvedores dessa área de escalada. O texto foi ligeiramente editado pelos autores do site e é um trabalho em andamento à medida que os antigos registros forem encontrados.

Primeiras visitas e a Herança de Átila
As primeiras visitas à Ponta da Galheta por aqueles que vieram a ser os exploradores dessa área de escalada foi em 1993. A primeira contou com a presença de Geraldo de Oliveira Alló Netto e Carlos Osti, e a segunda teve a adição de Paulo Osti. Nestas ocasições escalaram apenas os blocos abaixo do grande platô. No mesmo ano, em agosto, Geraldo voltou ao local com  Etzel Ritter von Stockert, já pela trilha que segue à esquerda da antiga ponte pênsil na Barra da Lagoa (Trilha 2).
Na exploração de agosto de 1993, Geraldo e Etzel mais uma vez escalaram os blocos que ficam abaixo do grande platô. Deram uma olhada na parede, mas o Etzel não se animou muito. Assim resolveram voltar os esforços para as conquistas que já estavam em andamento na Lagoinha do Leste (Ponta da Felicidade).
Em 10 de abril de 1999, Geraldo voltou ao local, desta vez acompanhado de Alex Jasper Weingartner. Fizeram uma via “alternativa” contornando à esquerda da Variante do Gavião, com início nos blocos abaixo do grande platô. Usando apenas equipamento móvel chegaram ao Platô do Pote, onde abandonaram uma fita para realizar o rapel que os levou até base do que hoje é o início da via Pura Fantasia. Nessa escalada, identificaram a possibilidade de abrirem uma via, que posteriormente foi batizada de Herança de Átila. Essa foi a primeira via que Geraldo e Alex iniciaram a abertura sem a presença do Etzel, cujo nome significa Átila, daí a homenagem. Depois de recuperar-se de uma lesão, Etzel incorporou-se ao grupo até a colocação do último grampo e, dessa vez, se animou com as possibilidades da parede. A via foi concluída no mesmo ano e, segundo anotações, foram colocados originalmente 21 grampos. O atual primeiro grampo da via foi adicionado alguns anos depois, considerando que muitos deixavam de escalar a via, pois diziam que o primeiro grampo estava muito alto (o que, de fato, era verdade).
Uma nota importante, é que no conhecimento “popular”, e mesmo nas primeiras versões desta página,  a Herança de Átila termina no Platô do Pote, quando na realidade é a Tardes de Outono que termina ali. Do “Lance da Bailarina” (após o Platô do Pote) em dia diante a via é Herança de Átila até o cume.
A via Tardes de Outono
Depois de algumas repetições da Herança de Átila, Alex, Etzel e Geral perceberam que seria legal ter uma via mais direta até o Bico do Pote. Viram que um traçado mais ou menos lógico, seguindo a linha de rapel do Bico do Pote à base, seria possível, inclusive possibilitando uma linha toda grampeada até o cume. A única via aberta até então, a Herança de Átila, tem fendas na segunda enfiada cujas proteções são com equipamento móvel. Como a ideia inicial era criar um campo escola na Ponta da Galheta, uma via toda grampeada era bem vinda, já que  uma via usando móveis seria pouco frequentada. Lembrar que naquela época era mais difícil alguém ter nuts e/ou friends/cams.
Assim nasceu a Tardes de Outono, em maio de 1999. Essa via passou a ser muito mais frequentada que a Herança de Átila, que além da dificuldade no uso de equipamento móvel, tinha o primeiro grampo posicionado muito acima da base (posteriormente um grampo foi adicionado). No sistema de graduação usado à epoca, a via foi graduada como um IVº e hoje é graduada como um 5º com um crux de Vsup. Essa via passou a figurar como uma das 50 vias clássicas do Brasil em livro editado por Flávio e Cíntia Daflon. Notar que no livro, a última enfiada da via Herança de Átila consta como parte da Tardes de Outono (ver nota ao final da seção anterior).
A via Pura Fantasia
Alex e Geraldo, quando da primeira exploração já haviam visto uma possível via na linha do que se tornou a Pura Fantasia. Também sempre chamou atenção o “risco” que parece um livro aberto (“open book”), um pouco mais a esquerda na parede desde as primeiras idas em 1993 e que depois se tornou a via Canaleta do Impossível.
Terminada a Tardes de Outono, os estudos para novas conquistas se voltaram para a parte “alta” da parede (base das vias Pura Fantasia e Canaleta do Impossível). Ainda com a ideia de criar um campo escola, a primeira enfiada da Pura Fantasia foi inicialmente pensada para ser guiada usando a técnica de costuras alternadas (corda dupla), possibilitando a prática (treino) deste tipo de progressão. (Aqui vale uma observação: na época muita gente não entendia que podia usar a corda simples “dobrada” e “praticar”, enquanto outros não percebiam que a disposição dos grampos apontava para uma forma diferente de assegurar a progressão. Isso resultou basicamente em duas coisas. Ou as pessoas não faziam a via ou quando faziam, muitos usavam corda simples, o que gerava um atrito muito grande, já que fazia um horrível zig-zag). Mais tarde, em em junho de 2012, Geraldo e Etzel regrampearam a primeira enfiada para ser guiada com corda simples, já que a ideia inicial de várias possibilidades em campo escola, por algum motivo, pareceu não ter sido bem aceita.
Em dezembro de 1999, Alex e Etzel colocaram os últimos grampos e finalizaram a Pura Fantasia. Na época a via graduada como um  VIº pelo sistema de graduação então em vigor.  Hoje é graduada como 6º com um crux de 7a.
A via Canaleta do Impossível
A Canaleta do Impossível foi conquistada concomitantemente com a Pura Fantasia e é uma via muito interessante do ponto de vista da ilusão que ela causa. Alex estava muito disposto a abrir a via que quando vista de baixo parecia uma fenda pouco vertical e que possibilitaria um entalamento de corpo (ou meio corpo) bem confortável. Na conquista, a via se mostrou bem mais difícil do que parecia.
Porém, em dezembro de 1999, no mesmo dia que colocaram os últimos grampos da Pura Fantasia, Alex e Etzel finalizaram a Canaleta do Impossível. Observação: na época algumas pessoas falaram que a via era um “paliteiro” e que era só subir de grampo em grampo – outra ilusão causada a partir da base – mas o fato é que poucos repetiram a via para confirmar suas afirmações e até hoje é uma via pouco repetida, dada a sua dificuldade sustentada, praticamente, do inicio ao fim. É uma via bem grampeada.
A Canaleta teve um “primeiro grampo” acrescentado posteriormente, por causa do desabamento da base pelo Etzel e pelo Rodrigo Gomes Ferreira. O desabamento da base fez com que o primeiro lance passasse a ser feito com o auxílio de um Camalot. Ainda em 2020, a base continua cedendo, tornando cada vez mais difícil a entrada na via. Na época da conquista a via foi grauada como um VIIº pelo sistema de graduação então em vigor. A graduação pelo sistema atual, aguarda confirmação.

Visão geral

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Não há fontes de água no local. Não há sinal de telefonia móvel celular.

Visão geral da área de escalada da Ponta da Galheta. Obs.: outras áreas de escalada da Ponta da Galheta não estão indicadas nesta imagem. (Imagem de Satélite: PMF; Digitalização e Foto: Marius Bagnati; Gráficos: Rodrigo Castelan Carlson)

Como chegar

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A referência para o início da trilha e onde deixar o carro ou desembarcar do ônibus é a ponte pênsil do canal da barra que permite a travessia do canal por pedestres. A ponte pênsil fica na Rua Amaro Coelho onde também está o ponto final da linha Barra da Lagoa e também próxima ao estacionamento público. Há duas trilhas que levam à área de escalada e ambas iniciam na ponte pênsil.

De carro

É possível estacionar no estacionamento público ao final da Rua Amaro Coelho, antes da praia. Durante a baixa temporada há flanelinhas no local e durante a alta temporada o estacionamento é cobrado pela comunidade. Na alta temporada costuma estar cheio, mas há várias propriedades ao longo da Rua Orlando Chaplim que leva até ponte pênsil e ao longo da Rua Prof. Abelardo Souza que volta da ponte pênsil, que oferecem vagas de estacionamento. A Barra da Lagoa e destinos intermediários como a Praia Mole e Lagoa do Conceição exigem planejamento para a ida e a volta em função das filas que se formam, especialmente no verão, mas também nos finais de semana de bom tempo durante todo o ano.

De ônibus

O sistema de transporte coletivo de Florianópolis atende essa região com um serviço de ônibus freqüente. No verão, as grandes filas para chegar até a Barra da Lagoa e os ônibus lotados desencorajam o uso deste meio de transporte, exceto muito cedo pela manhã, mas sem perspectivas de um regresso agradável. Para informações de horários e itinerário de ônibus recomendamos o uso do aplicativo Moovit em seu smartphone ou pela web (ver abaixo). O destino “Ponte Pênsil Canal da Barra” é fornecido abaixo. Basta acrescentar a origem para receber as instruções. O próprio Moovit permite inverter a origem e o destino para obter as informações do sentido contrário e editar o horário de partida ou chegada. O ponto final da linha Barra da Lagoa fica ao lado da ponte.

Trilha

A imagem de satélite abaixo detalha as trilhas para chegar até a área de escalada (ver também arquivo GPX para GPS da Trilha 2 mais abaixo), e a seguir são fornecidos detalhes de cada uma das trilhas. As duas trilhas iniciam na Ponte Pênsil (Ponto 1) e o tempo de caminhada até a área de escalada é de cerca de 45 minutos a 1 hora para ambas as trilhas. Apesar de a Trilha 1 ser a mais antiga e já ter sido a mais usada para acesso a esta área de escalada, atualmente a Trilha 2 tem sido preferida por por ter boa parte percorrida à sombra e ter aclives e declives menos acentuados. As duas trilhas se juntam no Ponto 16 de onde se tem acesso ao trecho final da trilha até as vias. No Ponto 17 há outra bifurcação que, à esquerda dá acesso às vias Canaleta do Impossível e Pura Fantasia e à direita dá acesso às demais vias e ao costão.

As duas trilhas dão acesso ao topo da pedra, porém não há um acesso conveniente para rapel, ainda que seja possível, e descer pela trilha é a opção mais rápida. Todavia, a saída pelo cume pelas vias Tardes de Outono e bons ventos é uma boa alternativa para acelerar a partida.

Imagem de satélite com marcação do acesso à área de escalada. (Imagem de Satélite: PMF; Digitalização: Marius Bagnati; Gráficos: Rodrigo Castelan Carlson)
  1. Entrada da ponte pênsil – Atravessar a ponte (S27.575323 W48.423084)
  2. Boulder do Ovo Rachado (ver seção Blocos do Campo Escola da Barra da Lagoa)
  3. (Primeira) Saída – Trilha para a Ponta da Galheta, pegar à esquerda (S27.34700 W48.25117)
  4. (Segunda) Saída – Trilha para o Setor Principal e Setor Caveira do Campo Escola da Barra da Lagoa, não seguir
  5. Trilha para blocos e Praia da Galheta, não seguir
  6. Cruzar Córrego (S27.34693 W48.25062)
  7. Bifurcação seguir na trilha principal à direita ( S27.34686 W48.25045)
  8. Descida à direita (S27.34656 W48.24962)
  9. Subida à esquerda (pedra lisa); também é possível contornar pela direita (S27.34640 W48.24914)
  10. Saída em descampado (S27.34623 W48.24903)
  11. Bifurcação – Seguir à direita (S27.34588 W48.24880)
  12. Bifurcação – União das Trilhas 1 e 2, descer para ir para as vias (S27.34569 W48.24824)
  13. Bifurcação – Pegar à esquerda para a vias Canaleta do Impossível e Pura Fantasia, e à direita para as demais vias (S27.34556 W48. 24796)
  14. Base da via Canaleta do Impossível (S27.34537 W48.24781)
  15. Base da via Pura Fantasia (S27.34533 W48.24767)
  16. Descida sobre rocha – Atenção! (S27.34546 W48.24768)
  17. Base da via Caminho do Céu
  18. Base das vias Tardes de Outono e Via do Meio (S27.34531 W48.24745)
  19. Base da via Bons Ventos
  20. Saída para a prainha
  21. Saída para a prainha
  22. Bifurcação – manter-se na trilha principal
  23. Laje de Pedra – Mirante natural
  24. Início da trilha
  25. Bifurcação – Pegar à esquerda
  26. Bifurcação – Manter-se na trilha principal à esquerda
  27. Bifurcação – Pegar à direita (não descer)
  28. Atravessar córrego
  29. Bifurcação – Pegar à direita para vias e à esquerda para o topo
  30. Bifurcação – Manter-se na trilha principal
  31. Bifurcação – Pegar à direita para vias e à esquerda para o topo
  32. Bifurcação – Manter-se na trilha principal
  33. Topo das vias Canaleta do Impossível e Pura Fantasia (sem acesso às vias)
  34. Topo das vias Tardes de Outono e Bons Ventos (com acesso às vias)
  35. Topo das pedras altas.
Trilha 1

Sair da Ponte Pênsil (Ponto 2 ) e virar à direita. O trecho inicial até a parte alta do colo (Ponto 7) e descida até o Ponto 11 possui inclinação bem acentuada, com um desnível de cerca de 90 m. Até a parte alta do colo entre os morros da Galheta e da Fortaleza da Barra, a trilha é a mesma que leva para a praia da Galheta mais ao sul. Após passar por trás de casas às margens do canal, a trilha sobe de maneira acentuada. No período de verão e finais de semana de bom tempo ao longo do ano, esta parte da trilha pode estar movimentada em função de turistas que se dirigem à Praia da Galheta por trilha. No alto do colo, há um primeira saída à esquerda para a trilha que leva para a Ponta da Galheta, uma segunda saída também à esquerda que leva para o Setor Principal e o Setor Caveira do Campo Escola da Barra da Lagoa e a continuação da trilha que vai para a Praia da Galheta e dá acesso a vários blocos de granito. Deve-se descer à esquerda a partir do alto do colo e descer até um córrego (Ponto 10). A trilha é bem marcada, não se aproxima muito do costão e não sobe muito alto no morro, mas passa por alguns trechos descampados e alguns trechos com mato alto. Nesses últimos a marcação da trilha é facilmente tateável com os pés. Várias vezes ao longo do trajeto é possível ver uma ponta cinza de pedra que marca o alto da área de escalada. É, portanto, bastante intuitiva à luz do dia. Bastante atenção pode ser necessária na volta, principalmente se acontecer à noite.

Trilha 2

Ao sair da ponte pênsil, o trajeto começa tomando o caminho à esquerda. No período de verão e finais de semana de bom tempo ao longo do ano, a parte inicial da trilha que vai até um mirante natural (Ponto 27) numa laje de pedra (onde, pasmem, estão construindo um mirante)  pode estar movimentada. Logo no início a trilha da acesso a uma prainha (Pontos 24 e 25) e também dá acesso a supostas piscinas naturais nos costões, local bastante procurado, mas de alto risco aos banhistas desavisados. A partir da laje de pedra a trilha já não é mais tão evidente e pouco procurada por turistas ou trilheiros. Embora menos marcada, é suficientemente fácil para o escalador com experiência em trilhas. Tem como ponto negativo não ser tão intuitiva como a Trilha 1, já que adentra a mata e faz um percurso sem marcos, ao contrário da outra que na maior parte do tempo permite ver o mar e até mesmo a parede de pedra. Há algums bifurcações e recomenda-se o uso do GPS para não errar o caminho ou, pelo menos avaliar atencipadamente o trajeto.

Arquivo GPX: Trilha da Ponta da Galheta


Setor

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Foto com a marcação das vias – RASCUNHO – Projetos não estão marcados. (Foto: Marius Bagnati; Gráficos: Marius Bagnati e Rodrigo Castelan Carlson)

A graduação de duração foi omitida pois todas as vias são D1.

  1. Canaleta do Impossível – ?  – ([24+9] + 9) = 42 m
    Conquistadores: Alex Jasper Weingartner e Etzel Ritter von Stockert
    (1999); primeiro grampo adicionada por Etzel Ritter von Stockert e Rodrigo Gomes Ferreira (?)
    Proteções fixas: 8 + 2 / ? + ? / ? + 1
    Material: costuras para 8 proteções fixas + parada dupla, corda de 50 m
    Observações:
    A primeira parada pode ser apenas costurada, o objetivo dela é possibilidar rapel com  corda de 50 m. A última enfiada tipicamente só é escalada para quem quer sair por cima.
  2. Pura Fantasia – 6º VIIa E1  – (25 + 9 + 9) = 43 m
    Conquistadores: Alex Jasper Weingartner, Etzel Ritter von Stockert (1999); primeira enfiada regrampeada por Etzel Ritter von Stockert e Geraldo de Oliveira Alló Netto (6/2012)
    Proteções fixas: 8 + 2 / ? + 2 / ? + 1
    Material: costuras para 8 proteções fixas + parada dupla, corda de 50 m
    Observações:
    A última enfiada tipicamente só é escalada por quem quer sair por cima.
  3. Caminho do Céu – ?  – (16 + 19 + 11 + 29) = 75 m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações: –

  4. Variante – ?  – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Enfiada toda em móvel que leva da primeira parada da via 3 para a segunda parada da via 5.
  5. Tardes de Outono – 5º Vsup E1 – (22 + 23 + 26 + 25) = 96  m
    Conquistadores: Alex Jasper Weingartner, Etzel Ritter von Stockert e Geraldo de Oliveira Alló Netto (1999)
    Proteções fixas: 5 + 2 / 6 + 2 / 9 + 2 / 1 + 1
    Material: costuras para 9 proteções fixas + parada dupla, corda de 50 m
    Observações:
    A última enfiada tipicamente só é escalada por quem quer sair por cima.
  6. Via do Meio – ?  – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Final na primeira parada da via 5.
  7. Herança de Átila – IV 5º E1 – (29 + 15) = 44 m
    Conquistadores: Alex Jasper Weingartner, Etzel Ritter von Stockert e Geraldo de Oliveira Alló Netto (1999)
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações: Segunda enfiada em móvel. Final na segunda parada da via 5.
  8. Variante – ? – ? m
    Conquistadores: Etzel Ritter von Stockert e Geraldo Alló (?)
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Enfiada em móvel. Final na segunda parada da via 5.
  9. Bons Ventos – 5º VIIc/A0 E1 – (34 + 25 + 14) = 73 m
    Conquistadores: Etzel Ritter von Stockert, Geraldo Alló, e Álvaro (201??-2018)
    Proteções fixas: 9 + 1 / 7 + 2 / 1 + 1
    Material: costuras para 9 proteções fixas + parada simples/dupla, corda de 70 m (preferencialmente, mas é possível usar uma corda de 60 m, ver observações)
    Observações:
    O início da primeira enfiada pode ser melhor protegido com Camalots médios a grandes. O primeiro lance da segunda enfiada é provavelmente um VIIc desprotegido. É possível costurar o primeiro grampo e fazer o lance pisando no grampo da parada (colocado desta maneira propositalmente). Apesar de o rapel da primeira enfiada ter mais de 30 m, é possível fazer o rapel com uma corda de 60 m desde que se tenha cuidado ao aproximar-se do final da corda. Também é possível fazer uma parada adicional no terceiro grampo (simples). Cuidado ao recuperar a corda após o rapel da primeira enfiada para a corda não cair/ficar presa na fenda formada pelo bloco de pedra no início da via (abaixo do terceiro grampo). Sugere-se recuperar a corda bem de frente para via. A última enfiada tipicamente só é escalada para quem quer sair por cima.
  10. Variante – ?  – 10 m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Em móvel.
  11. Variante – ?  – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Em móvel.
  12. Via do Gavião – ? – 14 m
    Conquistadores: Etzel Ritter von Stockert e Geraldo Alló (?)
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Enfiada toda em móvel.
  13. Rapel do pescador – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Rapel para acesso ao costão. Subida em solo.
  14. Sem nome 1 – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Via totalmente em móvel.
  15. Sem nome 2 – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Via totalmente em móvel.
  16. Sem nome 3 – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Via totalmente em móvel.
  17. Sem nome 4 – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Via totalmente em móvel.
  18. Sem nome 5 – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Via totalmente em móvel.
  19. Sem nome 6 – ? – ? m
    Conquistadores:
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações:
    Via totalmente em móvel.