Campo Escola da Barra da Lagoa

Setor Principal explorado especialmente para Abertura de Temporada do ano de 2006, contém vias de diversos graus de dificuldade e estilos, inclusive fendas perfeitas para a prática de escalada em móvel.
Atenção: Recomendamos a leitura da Seção Histórico com detalhes sobre a qualidade das proteções nesta área de escalada.

Histórico

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Apesar de esta área de escalada ser uma velha conhecida dos escaladores da região, em função de blocos de excelente qualidade, ela passou a ter mais destaque em 2006. Nesse ano, os setores que hoje são chamados de Setor Principal e Setor Caveira foram equipados pelo escalador Marius Bagnati e vários outros escaladores para realização da abertura de temporada da ACEM naquele ano (ver nota sobre conquistadores ao final desta seção).

Em 2006, o aniversário da cidade de Florianópolis, celebrado no dia 23 de março, caiu numa quinta-feira e o plano foi de aproveitar o feriadão para fazer um grande evento de abertura de temporada. O evento foi organizado pela ACEM e pela Oficina de Aventuras. No primeiro dia foi feita uma confraternização e o desafio de escalada na Pedreira de Itaguaçu. No segundo dia foi realizado um jantar precedido por uma palestra do escalador Edemilson Padilha sobre a sua ascenção, junto com o brasileiro Valdesir Machado e o argentino Gabriel Otero,  na temporada 2005/2006, da rota Afanassief na face oeste do Fitz Roy, Patagônia Argentina. No terceiro dia foi feita a inauguração do novo setor de escalada. Mais de 30 vias foram abertas especificamente para o evento conforme release do evento:

“Com graduações do 4º ao 8º, é basicamente um lugar para escalada com dificuldade moderada, com um visual lindíssimo, no costão, entre a praia da Barra da Lagoa e a praia da Galheta. Por ser na beira do mar, foram usadas somente chapeletas e chumbadores de aço inox da Bonier para suportar a corrosão. As vias foram equipadas pensando na segurança e existem também muitas fendas potência para escalada com o uso de equipo móvel, muitas com a graduação perfeita para quem está começando. É claro que tem alguns test pieces, mas são a exceção. A característica do lugar é: Escaladas para Desfrutar, rocha de qualidade, fendas perfeitas e vias com grau moderado e não por isso mais expostas.”

Croqui original elaborado pelos escaladores José Carlos Kavamura e Marius Bagnati especialmente para o evento de abertura de temporada. Clique para ampliar. (Imagens: Acervo pessoal de Marius Bagnati)

No dia da inauguração dos novos setores, o croqui impresso do Setor Principal (ver imagem ao lado) foi distribuído gratuitamente para todos os participantes do evento  e posteriormente disponibilizado em formato digital na página da ACEM.

Infelizmente dois ou três anos após o evento de abertura, o setor passou a ser pouco frequentado em função da disseminação dos relatos de acidentes com proteções de aço inox à beira-mar em outros lugares.

No final de 2017, a ACEM iniciou um trabalho de avaliação das proteções que ainda está em andamento. Resultados preliminares, vídeos e imagens dos testes podem ser visto no primeiro relatório que foi elaborado. Ainda que esses resultados sejam positivos, não é possível fazer nenhuma afirmação sobre a segurança das proteções de aço inox no local. Como acontece em toda área de escalada, a segurança deve ser avaliada por cada escalador.

Em parelo à avaliação das proteções, a ACEM também iniciou o uso de grampos de titânio em setores à beira-mar. A primeira instalação de grampos desse tipo se deu em 2017, na mesma via usada para a avaliação das proteções de aço inox. Como esta via ainda não possuía nome, passou a chamar-se Duelo de Titans (via 23 no croqui antigo e via 22 – não por acaso – no croqui novo). Mais detalhes em notícia na página da ACEM.

Em 2018 associados da ACEM coletaram amostras da superfície da rocha e também retiram algumas proteções que foram enviadas para análise pelo David Reeve no contexto do Anchor Working Group da UIAA. Uma breve notícia sobre alguns resultados foi publicada na página da ACEM e na própria página do David, Crag Chemistry (em inglês). Mais uma vez os resultados são positivos, mas devem ser considerados com cautela.

Conquistadores
Alguns dos participantes da abertura das vias (da esquerda para direita de cima para baixo): Rodrigo Castelan Carlson, Eduardo Henrique Silva Bastos, Marcelo Paulista, Francisco Brasil, Marius Bagnati, Valdesir Machado, Mara Cassol, João Cassol Oliveira, Cristiano da Silva Teixeira, Altair da Silva, Clarice Souza. (Fotos: acervo pessoal de Marius Bagnati; Montagem: Marius Bagnati)

Apesar de algumas vias terem sido iniciadas em 2002, a grande maioria delas foi aberta em 2006 para a realização da Abertura de Temporada do mesmo ano pela ACEM e implantação de um novo campo escola em Florianópolis. Nessa ocasião, a abertura das vias foi coordenada pela escalador Marius Bagnati com apoio da ACEM e envolveu vários escaladores. A imagem ao lado apelidada de “furatrícios” é uma “homenagem” a alguns dos participantes. Além deles, colaboraram em algum momento entre 2002 e 2006 Bito Meyer, Carlos Eduardo Zander, Cristiano Backes, Evandro Cantú, Jehani Isabele Brenny, …


Visão geral

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A Barra da Lagoa fica na costa leste da Ilha de Santa Catarina. As áreas de escalada da região estão todas a leste da comunidade da Barra da Lagoa, do lado oposto do Canal da Barra e concentram-se na Ponta da Galheta, no Morro da Galheta e no Morro da Fortaleza da Barra. Essa região rica em belezas naturais, que abriga no Morro da Galheta um farol, também é generosa com os escaladores. Várias áreas de escalada, entre elas a Ponta da Galheta e o campo escola da Barra da Lagoa, oferecem vias e blocos de excelente qualidade.

O Campo Escola da Barra da Lagoa fica a leste do morro da Fortaleza da Barra, ao sul do colo entre este morro e o Morro da Galheta. Dividida em três setores, Setor Blocos, Setor Principal e Setor Caveira, esta área de escalada é bem eclética com vias e boulders, escaladas esportivas e escaladas em móvel. Destaca-se por oferecer um número significativo de vias bem protegidas, ou fáceis de proteger em móvel, de graduação baixa (4º a 6º), algo raro em Florianópolis. Mas não deixa também de ter algumas vias desafiadoras, tanto esportivas (até o 8º/9º) como em móvel, com alguma exposição mais típica de vias tradicionais.

Visão geral da área de escalada do Campo Escola da Barra da Lagoa. Obs.: outras áreas de escalada da Ponta da Galheta não estão indicadas nesta imagem. (Imagem de Satélite: PMF; Digitalização: Marius Bagnati; Fotos: Acervo pessoal de Marius Bagnati; Gráficos: Rodrigo Castelan Carlson)

O Setor Blocos cobre a parte alta do Morro da Fortaleza da Barra e parte do colo, com os primeiros blocos ainda na subida trilha de acesso, outros na descida da trilha, mas a maior parte no topo do morro, incluindo uma fenda de excelente qualidade que pode ser escalada em móvel, com corda de cima (top-rope) ou até mesmo em solo (boulder). O Setor Principal fica no costão do Morro da Fortaleza da Barra voltado para leste também ao sul do colo e conta com diversas vias de diferentes estilos e graduações. A maioria das vias são curtas, mas há algumas com mais de uma enfiada de corda. Também no costão, um pouco ao norte do Setor Principal, praticamente acompanhando a descida do colo em direção ao mar, o Setor Caveira oferece três vias curtas, duas bem protegidas com proteções fixas e uma em móvel, mas bastante técnicas, incluindo um teto, outra raridade na Grande Florianópolis. O Setor Caveira também é rico em blocos e pequenas paredes dos costões rochosos que oferecem grande quantidade de problemas de boulder de primeira linha.

Mosquetões no dia seguinte a uma escalada no Setor Principal em um dia que havia bastante spray do mar – clique a imagem para ampliar. (Foto: Rodrigo Castelan Carlson)

Há poucas chances de se proteger do sol no Setor Blocos, enquanto os setores Principal e Caveira, voltados para leste podem ser escalados no final da tarde no verão, a partir das 16 h, quando começa a ter sombra na base das vias. A maioria das vias seca rapidamente após um dia de chuva. Bastante exposta ao vento, a escalada pode ser impraticável em dias de vento forte, principalmente no inverno com ventos sul ou nordeste. Como o Setor Principal e o Setor Caveira ficam no costão próximo ao mar, a escalada não é recomendada em dias de mar agitado, principalmente por causa dos sprays de água salgada que atigem a base das vias. Em função dos sprays de água não é raro os primeiros metros das vias apresentarem uma superfície que parece, oleosa apimentando um pouco mais a escalada. Após escalar em setores ou em costões próximos ao mar é recomendado que todo o equipamento seja lavado (ver foto)! Não há fontes de água no local. Sinal de telefone móvel celular pode ser precário ou inexistente.


Como chegar

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A referência para o início da trilha e onde deixar o carro ou desembarcar do ônibus é a ponte pênsil do canal da barra que permite a travessia do canal por pedestres. A ponte pênsil fica na Rua Amaro Coelho onde também está o ponto final da linha Barra da Lagoa e também próxima ao estacionamento público. A trilha que leva à área de escalada inicia na ponte pênsil.

De carro

É possível estacionar no estacionamento público ao final da Rua Amaro Coelho, antes da praia. Durante a baixa temporada há flanelinhas no local e durante a alta temporada o estacionamento é cobrado pela comunidade. Na alta temporada costuma estar cheio, mas há várias propriedades ao longo da Rua Orlando Chaplim (que leva até ponte pênsil) e ao longo da Rua Prof. Abelardo Souza (que volta da ponte pênsil) que oferecem vagas de estacionamento particulares. A Barra da Lagoa e destinos intermediários como a Praia Mole e Lagoa do Conceição exigem planejamento para a ida e a volta em função das filas que se formam, especialmente no verão, mas também nos finais de semana de bom tempo durante todo o ano.

Abaixo, por conveniência, é oferecido como destino no Google Maps a localização da Ponte Pênsil obtido da busca por “Pte. Pênsil Canal da Barra”. É possível definir uma rota diretamente no mapa clicando em “Rotas” e indicando o local de origem.

De ônibus

O sistema de transporte coletivo de Florianópolis atende essa região com um serviço de ônibus freqüente. No verão, as grandes filas para chegar até a Barra da Lagoa e os ônibus lotados desencorajam o uso deste meio de transporte, exceto muito cedo pela manhã, mas sem perspectivas de um regresso agradável. Para informações de horários e itinerário de ônibus recomendamos o uso do aplicativo Moovit em seu smartphone ou pela web (ver abaixo). O destino “Ponte Pênsil Canal da Barra” é fornecido abaixo. Basta acrescentar a origem para receber as instruções. O próprio Moovit permite inverter a origem e o destino para obter as informações do sentido contrário e editar o horário de partida ou chegada. O ponto final da linha Barra da Lagoa fica ao lado da ponte.

Trilha

A imagem de satélite abaixo detalha a trilha para chegar até a área de escalada (ver também arquivo GPX para GPS mais abaixo). O tempo de caminhada a partir da ponte pênsil até os setores Principal e Caveira é de cerca de 30 min, sendo praticamente todo o trecho de inclinação bem acentuada, tanto na subida como na descida, com um desnível de cerca de 90 m.

Até a parte alta do colo entre os morros da Galheta e da Fortaleza da Barra, a trilha é a mesma que leva para a praia da Galheta mais ao sul. Após passar por trás de casas às margens do canal, a trilha sobe de maneira acentuada. No alto do colo, há um primeira saída à esquerda para a trilha que leva para a Ponta da Galheta, uma segunda saída também à esquerda que leva para o Setor Principal e o Setor Caveira e a continuação da trilha que vai para a Praia da Galheta e dá acesso a vários blocos de granito. A descida até o Setor principal e o Setor Caveira também é bastante íngreme e pode ficar molhada por vários dias após chuvas. Ao atingir o costão basta seguir à esquerda para o Setor Caveira e à direita para o Setor Principal.

As vias 34  a 39 podem ser acessadas antes de chegar ao costão, quando a trilha se aproxima bastante da parede. O acesso às demais vias do Setor Principal e do Setor Caveira requerem um pouco de “costeirismo”, já que o acesso é bastante acidentado em alguns pontos, com dois deles exigindo uma pequena desescalada e um deles exigindo uma escalada em “chaminé”. A laje entre as vias 7 e 16 costuma ficar bem escorregadia e requer bastante atenção.

Arquivo GPX: Campo Escola da Barra da Lagoa

Imagem de satélite com marcação do acesso à área de escalada. (Imagem de Satélite: PMF; Digitalização: Marius Bagnati; Gráficos: Rodrigo Castelan Carlson)
  1. Entrada da ponte pênsil – Atravessar a ponte (S27.575323 W48.423084)
  2. Boulder do Ovo Rachado (ver seção Blocos)
  3. (Primeira) Saída –  Trilha para a Ponta da Galheta, não seguir
  4. (Segunda) Saída – Trilha para o Setor Escola, pegar à esquerda
  5. Trilha para blocos e Praia da Galheta
  6. Bloco maior
  7. Boulder do Biro-biro
  8. Costão – Pegar à esquerda para Setor Caveira e à direita para o Setor Principal
  9. Parede do Setor Caveira
  10. Caverninha – Acesso para as vias bem da direita da parede do Setor Principal, vias 34 a 39 (S27.579258 W48.416702)
  11. “Chaminé” formada por dois blocos de pedra e que dá acesso às vias 1 a 23 do Setor Principal (S27.579609 W48.41677)
  12. Base da via 3 – Piloto de Asteróide

Setor Principal

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Foto do Setor Principal com a marcação das vias (ver croqui detalhado mais abaixo). (Foto: Marius Bagnati; Gráficos: Marius Bagnati e Rodrigo Castelan Carlson)

A graduação de duração foi omitida pois todas as vias são D1.

  1. Bito de Bota –  IIIsup – ? m
    Conquistadores: Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: –
    Material:
    Observações: Via em solo.
  2. Grotão – IVsup – ? m
    Conquistadores: Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: –
    Material:
    Observações: Chaminé sem proteção. Parada compartilhada com a via 3, 4 e 5.
  3. Piloto de Asteróide – Vsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 6 + 1
    Material:
    costuras para 6 proteções fixas + parada simples com chapeleta de aba dupla, corda de 60 m
    Observações:
    Parada compartilhada com a via 2, 4 e 5.
  4. Six Eggy com ovo – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0 + 2
    Material:
    Camalots médios e grandes até o #5, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Parada compartilhada com a via 2, 3 e 5.
  5. Six eggy sem ovo – VIIa – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0 + 2
    Material:
    Camalots médios e grandes até o #5, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Parada compartilhada com a via 2, 3 e 4.
  6. Variante da Six Eggy com Ovo – ? – ? m
    Conquistadores: Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0? + 2
    Material:
    Camalots médios e grandes até o #5, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  7. Sexo e Arte – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 8? + 1
    Material:
    costuras para 8 proteções fixas + parada simples com chapeleta da aba dupla, camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  8. Cocoroca – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: ? + 2
    Material:
    costuras para proteções fixas + parada dupla com chapeletas de aba dupla, camalots pequenos e médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  9. Pequena Variante – ? – ? m
    Conquistadores: Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações: Transição da via 10 para a via 8.
  10. Angela – Vsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0 + 2, 0 + 2
    Material:
    camalots médios e grandes repetidos, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  11. Feita a Laser – Vsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0 + 2, 0 + 1, 0 + 2
    Material:
    camalots pequenos e médios, nuts, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Em caso de abandono na penúltima parada, o rapel pode ser feito para a primeira parada apesar da diagonal, pois o trecho é bem positivo.
  12. Tainhote – VI – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 1 + 2
    Material:
    costuras para 1 proteçao fixa + parada dupla, camalots pequenos e médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Continua pela via 11 depois da primeira parada.
  13. Pixirica – VI – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 2 + 2
    Material:
    costuras para 2 proteções fixas + parada dupla, camalots pequenos e médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Continua pela via 11 depois da primeira parada.
  14. Baiacú – IV – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 2 + 2
    Material:
    costuras para 2 proteções fixas + parada dupla, camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações: Parada compartilhada com a via 18.
  15. Variante – ? – ? m
    Conquistadores: Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    Observações: Pequena variante da via 14, sem passagem pela parada.
  16. Farinha pouca meu pirão primeiro – VIIa – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 6 + 2
    Material:
    costuras para 6 proteções fixas + parada dupla, corda de 60 m
    Observações:
    Cuidado no rapel e na recuperação da corda para não cair no fosso com água.
  17. Sem nome – Vsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 4 + 2
    Material:
    costuras para 4 proteções fixas + parada dupla, camalots médios e grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações: 
    Cuidado no rapel e na recuperação da corda para não cair no fosso com água.
  18. Sem nome – IV – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 2 + 2
    Material:
    costuras para 2 proteções fixas + parada dupla, camalots grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Parada compartilhada com a via 14.
  19. Malandro Federal – VIIIc/IXa? – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 3 + 2
    Material:
    costuras para 3 proteções fixas + parada dupla, corda de 60 m
    Observações:
  20. Sem nome – VIsup – 22 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0 + 3
    Material:
    camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  21. Carcaça de Cabra – Vsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    camalots médios e grandes repetidos, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  22. Duelo de Titans – Vsup – 22 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 4 + 2
    Material:
    costuras para 4 proteções fixas + parada dupla, corda de 60 m
    Observações:
    Primeira via de Florianópolis equipada com grampos de titânio.
  23. Dimorô – IVsup – 22 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 5 + 2
    Material:
    costuras para 5 proteções fixas + parada dupla, corda de 60 m
    Observações:
  24. Bunda – VIIa – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 5 + 1
    Material:
    costuras para 5 proteções fixas + parada simples, jogo completo de camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Via exposta! Final junto com a via 25.
  25. Banho de Espuma – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 5 + 2, 7 + 2
    Material:
    costuras para 7 proteções fixas + parada dupla, camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Via exposta!
  26. Tempo Perdido – IV – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 4 + 2
    Material:
    costuras para 4 proteções fixas + parada dupla, camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  27. Cheio de vazio – V – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 0 + 2
    Material:
    jogo completo de camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  28. Resmungadeira – VIIa – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    camalots médios e grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  29. Sobre as Ondas – V- 25 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 7 + 2
    Material:
    costuras para 7 proteções fixas + parada dupla, corda de 60 m
    Observações:
  30. Mau olhado – V – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 3 + 2
    Material:
    costuras para 3 proteções fixas + parada dupla, camalots médios e grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  31. Retosides – V – 30 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 3 + 2, 0 + 2
    Material:
    costuras para 3 proteções fixas + parada dupla, corda de 60 m
    Observações:
    Crux bem protegido de V, o restante é III/IV. A primeira enfiada é excelente para iniciantes. Rapel de 30  m a partir da segunda parada.
  32. Surfline – VIsup – 55 m (30 + 25)
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 3 + 2, 7 + 2
    Material:
    costuras para 7 proteções fixas + parada dupla, camalots médios e grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  33. Viração – V – 60 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    camalots médios e grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Rapel pela parada dupla da via 34.
  34. Mundo bom de acabar – VIsup – 30 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico
    Proteções fixas: 4 + 2
    Material:
    costuras para 4 proteções fixas + parada dupla, camalots médios e grandes, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  35. Hipóxia Grampal – VIIa – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    1 jogo de camalots, micro nuts, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Via exposta!
  36. Egomielite – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    camalots pequenos e médios, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  37. Sem pai e sem ética – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    1 jogo de camalots, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
  38. Diedro e tal – VIsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    camalots pequenos, fitas, mosquetões, corda de 60 m
    Observações:
    Via exposta!
  39. Sem nome – IVsup – ? m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas:
    Material:
    corda de 60 m
    Observações:
    Via com corda de cima (top-rope)
Croqui detalhado do Setor Principal. (Gráficos: Marius Bagnati e Rodrigo Castelan Carlson)

Setor Caveira

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Foto do Setor Caveira com a marcação das vias (ver croqui detalhado mais abaixo). Boulders não estão marcados. (Fotos: Acervo pessoal de Marius Bagnati; Gráficos: Rodrigo Castelan Carlson)

Todas as vias terminam na mesma parada dupla (uma chapeleta de aba dupla Bonier e um grampo de titânio).

  1. Sem nome -VIIb – 16 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 4 + 2
    Material:
    costuras para 4 proteções fixas + parada dupla, corda de 50 m
    Observações:
  2. Sem nome – Vsup – 16 m
    Conquistadores: Rodrigo Gomes Ferreira e Jomi Fred Hübner (25/02/2018)
    Proteções fixas: 0 + 2
    Material:
    camalots médios, fitas, mosquetões, corda de 50 m
    Observações:
  3. Sem nome – VIIIc – 16 m
    Conquistadores:
    Ver nota ao final da seção de Histórico.
    Proteções fixas: 5 + 2
    Material:
    costuras para 5 proteções fixas + parada dupla, corda de 50 m
    Observações:

Este setor conta também com vários problemas de boulder que ainda não foram registrados neste guia.

Escaladores desfrutando dos blocos do Setor Caveira durante a abertura de temporada de 2006. (Foto: Acervo pessoal de Marius Bagnati)
Escalador explorando o costão no Setor Caveira. (Foto: Acervo pessoal de Marius Bagnati)
João Cassol de Oliveira esbanjando técnica e força no Setor Caveira. (Foto: Acervo pessoal de Marius Bagnati)


Setor Blocos

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Este setor é disperso por todo o morro da Fortaleza da Barra e parte do colo. Conta com vários problemas de boulder que ainda não foram registrados neste guia. Os dois mais proeminentes são: o bloco maior (ver foto) que fica no morro da Fortaleza da Barra à esquerda da trilha que vai para a Praia da Galheta e também pode ser facilmente visto do topo da trilha (ver também topo da foto do Setor Principal) – destaca-se pelo tamanho e pela forma fálica formada por blocos do conjunto; o boulder do Ovo Rachado (ver foto) que fica à direita de quem sobe a trilha e pode ser facilmente identificado do topo da trilha quando olha-se em direção à Barra da Lagoa.

Bloco maior visto da bifurcação da trilha que desce para o Setor Principal. (Foto: Acervo pessoal de Rodrigo Castelan Carlson)
Vista frontal do bloco maior (Foto: Acervo pessoal de Rodrigo Castelan Carlson)
Marius Bagnati solando a fenda do bloco maior. O bloco pode ser escalado em móvel e com corda de cima. É um excelente local para o aprendizado de escalada em artifical com peças móveis. (Foto: Acervo pessoal de Marius Bagnati)
Boulder do Ovo Rachado visto da trilha antes de iniciar a descida para a Barra da Lagoa. Também pode ser escalado em móvel. (Foto: Acervo pessoal de Rodrigo Castelan Carlson)

Log de Manutenção
  • A via Duelo de Titans foi reequipada em 16/12/2017 com grampos de Titânio da Titan Climb usando cola Hilti RE 500. Foram trocadas as quatro proteções de  progressão e uma da parada compartilhada com a via Dimorô.
  • As demais vias possuem as chapeletas da Bonier com parabolts de aço inox originalmente colocadas em 2006.

Log de manutenções

  • Os grampos de titânio da via Duelo de Titãs foram instalados em 16 de dezembro de 2017.
  • Os grampos de titânio no Setor Caveira e nas vias Sobre as ondas e Mundo bom de acabar do setor principal foram instalados em 27 de maio de 2018.
  • A última parada dupla da via Surfline tem uma chapeleta nova em parabolt atigo e uma chapeleta nova em parabolt novo. A última chapeleta e parabolt de progressão são novos. Todas instalados em 27 de maior de 2018.